- O primeiro, o ser-humano-cachorro: tem amor para dar e vender; é fiel; incondicional e não dorme até você chegar; sofre com a sua saída; está sempre feliz perto de você; não vive sem você; e entre ele e você, vem você.
- O segundo é o ser-humano-gato: que tem amor pra dar quando se dispõe; que quando você não está sente falta mas isso não basta para paralizá-lo; quando está pronto pede e dá carinho; quando está com fome não mede esforços para avisá-lo (até porquê ninguém vive sem os necessários nutrientes); está feliz perto de você, mas não necessáriamente sempre, porquê nenhum ser-humano e por mais que seja gato, não tem sempre o mesmo estado; e entre ele e você, ele vem primeiro.
Portanto, há de se concluir que o ser-humano-cachorro poderia vir a ser o ideal para muitas pessoas nesse centro urbano e individual, mas não é ideal, por quê simplismente não existe, é utópico, fantasioso, e só existe assim mesmo em cachorro. Já o gato não merece essa excessiva descriminação por que seria como descriminar o próprio ser humano (humano mesmo).
Podemos observar, por fim, que minha opinião não ressalta nenhum dos dois animais em questão até porquê possuo as duas espécies e fazem parte de minha vida como faço da delas. Porém, não pude deixar de comentar, ou melhor, ressaltar, essa observação e desmitificar a teoria de que o gato é dissimulado, pretencioso, fingido, porquê assim estaríamos nos declarando como tal também. E que tentamos eternamente negar.
Obs.: Homenagem ao meu professor de Teoria da Comunicação (cujo o nome não pude perguntar se ele permitiria divulgar) que por injúria do destino ou ansiedade mesmo cometeu o engano de comparar equivocadamente as duas espécies em minha presença. =]
Um comentário:
aehuehaueh
gostei!
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